O Colégio SATC realizou mais uma edição da Feira de Ciências e Tecnologia, reunindo 67 projetos desenvolvidos por estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais, Ensino Médio e Técnico. A Fecitec estimula a pesquisa, a experimentação e a aplicação prática dos conhecimentos trabalhados em sala de aula. A feira também promove o desenvolvimento de habilidades e o compartilhamento de conhecimentos com a comunidade escolar.
- 67 projetos desenvolvidos por estudantes.
- Pesquisa, experimentação e aplicação dos conhecimentos.
- Desenvolvimento de autonomia, comunicação e trabalho em equipe.
- Compartilhamento dos projetos com colegas, familiares e visitantes.
- Pesquisa sobre novas possibilidades para o uso do carvão mineral.
A curiosidade e a busca por novas formas de aplicar os conhecimentos trabalhados em sala de aula movimentaram mais uma edição da Feira de Ciências e Tecnologia do Colégio SATC, a Fecitec. Ao todo, 67 projetos foram apresentados por estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais, Ensino Médio e Técnico, distribuídos entre as categorias Ciências da Natureza e Exatas, Tecnologias, Carvão Mineral e Ciências Humanas e Linguagens. A preparação para a feira envolve pesquisa, organização, desenvolvimento de experimentos e apresentação dos resultados.
O processo permite que os estudantes coloquem em prática conteúdos trabalhados nas disciplinas e desenvolvam habilidades como comunicação, trabalho em equipe, autonomia e capacidade de apresentar ideias. “É um orgulho ver esses trabalhos, porque a gente acompanha desde quando os alunos fizeram as inscrições desses projetos. A cada ano, percebemos uma adesão maior e o empenho deles na preparação e no período que antecede a feira”, destaca a diretora do Colégio SATC, Izes Machado Beloli.
Além da aprendizagem relacionada aos temas pesquisados, a experiência também amplia o contato dos estudantes com diferentes áreas do conhecimento. Durante a Fecitec, as equipes compartilham suas descobertas com colegas, professores, familiares e visitantes, assumindo o papel de apresentar e explicar aquilo que desenvolveram.
“Eu sempre digo que é o momento de colocar em prática aquilo que aprendem no dia a dia, na sala de aula. Além de aprenderem esses conteúdos que vão expor, eles também conseguem fazer com que outros alunos que venham visitar aprendam com eles”, explica Izes.
Para quem visita a feira, o contato com os projetos também se transforma em uma oportunidade de aprendizagem. “É uma iniciativa muito boa, é a chance desses alunos aprenderem ainda mais o que foi visto com o professor e passarem para nós, que estamos aqui como ouvintes. As explicações estão muito boas, me fizeram relembrar assuntos e temas que já estiveram presentes no mundo e que hoje os alunos trouxeram em suas explicações”, relata a professora aposentada, Marli Matos.
Carvão Mineral na prática
Entre as categorias da Fecitec está o Carvão Mineral, tema relacionado à história da instituição e ao desenvolvimento da região. A proposta permite que os estudantes pesquisem o assunto a partir de diferentes perspectivas, relacionando aspectos históricos, sociais, econômicos, ambientais e tecnológicos.
No projeto “Carvão, Raízes e Ressignificação”, estudantes do 2º ano do Ensino Médio pesquisaram a história do carvão, o desenvolvimento regional e o cotidiano nas minas. A proposta também buscou apresentar novas possibilidades para uma matéria-prima tradicionalmente associada a impactos ambientais.
“Nosso projeto envolveu a abordagem da história do carvão, desenvolvimento regional e o dia a dia nas minas, mas também ressignificar essa matéria-prima que sempre foi vista como ruim”, explica a estudante, Clarissa Pereira.
A pesquisa avançou para o desenvolvimento de uma linha de cosméticos à base de carvão, com produtos como sabonetes e esfoliantes. A iniciativa contou com conhecimentos trabalhados no Curso Técnico em Química e na disciplina eletiva de Alquimia. “Desenvolvemos uma linha de cosméticos à base de carvão, em que produzimos sabonetes e esfoliantes, dando um novo sentido a esse produto e levando conscientização em relação ao seu uso”, afirma o estudante, Artur Reszka.






























23.4ºC