Coordenadores e pesquisadores da UniSATC participaram de uma missão internacional nos Estados Unidos, com passagem por Chicago e Wichita, no Kansas. A agenda reuniu participação na IMTS, uma das principais feiras de tecnologia de manufatura do mundo, além de visitas à Wichita State University e a empresas ligadas à indústria aeroespacial. A experiência fortalece a internacionalização da UniSATC e abre possibilidades para novas parcerias, pesquisas, intercâmbios e aproximação dos acadêmicos com tecnologias e processos utilizados internacionalmente.
- Missão internacional da UniSATC nos Estados Unidos, com atividades em Chicago e Wichita.
- Participação na IMTS, com contato com tecnologias de manufatura, automação, Inteligência Artificial, impressão 3D, usinagem e metrologia.
- Aproximação com a Wichita State University para possibilidades de pesquisa, inovação, intercâmbio e cooperação internacional.
- Visitas a empresas da cadeia aeroespacial, conhecendo processos, tecnologias e aplicações industriais.
- Legado para a UniSATC com novas conexões internacionais e oportunidades para acadêmicos, professores, pesquisa e aproximação com a indústria.
Conhecer de perto algumas das principais tecnologias aplicadas à manufatura e à indústria aeroespacial e, ao mesmo tempo, construir novas conexões para a UniSATC. Esse foi o principal objetivo da missão internacional realizada nos Estados Unidos pelos coordenadores e pesquisadores Luiz Carlos de Cesaro Cavaler e Anderson Daleffe.
A agenda passou por Chicago e Wichita, no Kansas, reunindo atividades acadêmicas e visitas técnicas a empresas e instituições ligadas à engenharia, manufatura e ao setor aeroespacial. Mais do que acompanhar tendências internacionais, a experiência buscou gerar oportunidades que possam chegar à sala de aula, aos projetos de pesquisa e à formação dos acadêmicos da UniSATC.
Em Chicago, a missão participou da International Manufacturing Technology Show (IMTS), uma das principais feiras mundiais de tecnologia de manufatura. Durante três dias, os professores acompanharam soluções envolvendo automação, Inteligência Artificial aplicada à manufatura, usinagem, manufatura aditiva, impressão 3D, softwares CAD/CAM, metrologia, corte a laser, ferramental e tecnologias voltadas ao aumento da produtividade.
“Quando participamos de uma missão como essa, não estamos apenas conhecendo empresas ou novas tecnologias. Estamos olhando para aquilo que está acontecendo nos grandes centros industriais e pensando em como podemos aproximar essa realidade dos nossos acadêmicos. Esse conhecimento retorna para a sala de aula, para os laboratórios, para os projetos e também pode gerar novas possibilidades de pesquisa e parceria”, destaca o coordenador do curso de Engenharia Mecânica da UniSATC, Luiz Carlos de Cesaro Cavaler.
Conexões com universidade e indústria
Um dos pontos importantes da missão foi a passagem pela Wichita State University (WSU), com atividades junto ao Departamento de Engenharia Industrial, de Sistemas e de Manufatura. A aproximação amplia as possibilidades de intercâmbio acadêmico, pesquisa, inovação e cooperação internacional entre as instituições.
A agenda também possibilitou conhecer diferentes etapas da cadeia produtiva aeroespacial. Foram realizadas visitas à Valence Surface Technologies e à Metal Finishing Company, especializadas em tratamentos e acabamentos de superfícies; à TW Metals, fornecedora de metais para aplicações industriais e aeroespaciais; e à Cox Machine Incorporated, fabricante de peças e conjuntos de precisão.
A Shuttle Aerospace teve participação importante durante a missão, apoiando a aproximação da UniSATC com o ambiente industrial e tecnológico norte-americano. Nas instalações da empresa também ocorreu a diplomação do engenheiro mecânico Pedro Augusto Smielevski Casagrande como Mestre em Engenharia Metalúrgica, reforçando a conexão entre formação acadêmica, pesquisa e atuação profissional.
Legado para a UniSATC
As conexões construídas durante a missão passam a fazer parte de um movimento de internacionalização que pode gerar novas oportunidades de cooperação acadêmica, projetos conjuntos, intercâmbios e aproximação dos estudantes com uma cadeia industrial de alta tecnologia.
Para o pró-reitor de Ensino e Extensão da UniSATC, Jovani Castelan, experiências internacionais como essa contribuem para ampliar as possibilidades de formação oferecidas pela Universidade.
“A internacionalização ganha ainda mais sentido quando conseguimos transformar essas conexões em oportunidades para os nossos acadêmicos e professores. A aproximação com universidades, empresas e profissionais de outros países amplia nossa visão sobre a formação em Engenharia e abre caminhos para pesquisa, inovação, intercâmbio de conhecimento e novas experiências acadêmicas”, afirma Castelan.
A missão também fortalece a relação entre a Universidade e a indústria. Ao conhecer processos, equipamentos e soluções utilizados em empresas inseridas em uma das cadeias produtivas mais exigentes do mundo, os pesquisadores retornam com referências que podem contribuir para projetos desenvolvidos na UniSATC e para demandas da própria indústria brasileira.
“O mais importante é o que conseguimos construir a partir daqui. Temos contatos, conhecemos estruturas, tecnologias e formas diferentes de trabalhar Engenharia e inovação. Agora, o desafio é transformar essas conexões em ações concretas, seja por meio de projetos, pesquisas, intercâmbios ou oportunidades para os nossos alunos. É esse retorno que faz uma missão internacional ter valor para a Universidade”, completa Cavaler.















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