A missão internacional do professor Richard de Medeiros Castro pela Alemanha e França abriu novas possibilidades de cooperação científica, intercâmbio acadêmico e estágios para estudantes da UniSATC. Durante aproximadamente 15 dias, o pesquisador visitou universidades, laboratórios e empresas, estabelecendo contatos que poderão fortalecer a internacionalização da instituição e ampliar as oportunidades de formação.

  • Missão internacional passou por universidades e empresas da Alemanha e França.
  • Pesquisa apoiada pela Fapesc avançou com testes realizados no Karlsruhe Institute of Technology (KIT).
  • Contatos com pesquisadores europeus abrem possibilidades de pesquisas colaborativas.
  • Visitas à Bosch Rexroth e a universidades identificaram oportunidades de estágio e intercâmbio.
  • UniSATC avaliará futuras parcerias e condições para ampliar a mobilidade acadêmica.

A missão internacional do professor e pesquisador Richard de Medeiros Castro, dos cursos de Engenharia da UniSATC, pela Alemanha e França, abriu novas possibilidades de cooperação científica, intercâmbio acadêmico e oportunidades de estágio para estudantes da instituição. Durante aproximadamente 15 dias, o professor visitou universidades, laboratórios e empresas, estabelecendo contatos que poderão contribuir para a internacionalização da UniSATC.

A viagem, realizada com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), teve como objetivo inicial complementar atividades de um projeto de pesquisa desenvolvido na UniSATC. No Karlsruhe Institute of Technology (KIT), na Alemanha, Richard realizou testes na área de tribologia e teve contato com pesquisadores internacionais. A experiência também possibilitou uma aproximação com o setor de internacionalização da instituição, abrindo perspectivas para futuras iniciativas de mobilidade acadêmica.

Na França, as visitas ao INSA Strasbourg e à University of Strasbourg permitiram identificar oportunidades de pesquisas colaborativas, especialmente na área de polímeros, que também integra os estudos desenvolvidos na UniSATC. “Conseguimos conhecer como funcionam os laboratórios, as estruturas das universidades e a forma como os pesquisadores trabalham. Também estabelecemos contatos com professores e responsáveis pela internacionalização, o que pode abrir caminhos para nossos alunos e para o desenvolvimento de pesquisas em conjunto”, destaca Richard.

A aproximação com a indústria também fez parte dos resultados. Na Bosch Rexroth, em Lohr am Main, na Alemanha, o professor conheceu laboratórios de inovação e processos industriais ligados a sistemas hidráulicos, além de buscar informações sobre oportunidades de estágio. Durante a visita, foi recebido pelo egresso da UniSATC João Pedro Duarte da Silva, que atua na empresa e contribuiu para a aproximação com o ambiente industrial europeu.

Em Frankfurt, a visita à Frankfurt University of Applied Sciences ampliou as perspectivas de cooperação acadêmica. Richard apresentou pesquisas desenvolvidas na UniSATC, conheceu laboratórios e conversou com representantes da internacionalização sobre possibilidades de intercâmbio. Entre os aspectos identificados está a possibilidade de estudantes cursarem a graduação sem pagamento de mensalidades na instituição alemã, embora os custos de permanência na cidade ainda precisem ser considerados.

Para o pró-reitor de Ensino e Extensão da UniSATC, Jovani Castelan, a internacionalização representa uma oportunidade de ampliar a formação acadêmica e fortalecer a pesquisa. “O contato com universidades e empresas de outros países permite que nossos estudantes e professores conheçam novas tecnologias, metodologias e realidades profissionais. Essas conexões são fundamentais para ampliar as oportunidades de aprendizagem, desenvolver pesquisas colaborativas e fortalecer a presença da UniSATC no cenário internacional”, ressalta.

Com o encerramento da missão a próxima etapa será avaliar as condições para transformar essas aproximações em oportunidades concretas de pesquisa, intercâmbio e estágio. “Agora temos os contatos e conhecemos melhor como funcionam essas instituições. O próximo passo é verificar as possibilidades para que essas oportunidades possam se tornar realidade e beneficiar nossos alunos”, conclui Richard.