Pelo segundo ano consecutivo, o curso de Jornalismo da UniSATC chega à final do Prêmio de Comunicação Fundação José Luiz Setúbal. Neste ano, quatro acadêmicos concorrem com uma reportagem sobre o uso de telas por crianças e adolescentes. A indicação reforça a trajetória de reconhecimento do curso, considerado o Jornalismo presencial mais bem avaliado pelo MEC no Sul de Santa Catarina.
- Reconhecimento nacional: Jornalismo da UniSATC chega pelo segundo ano consecutivo à final do Prêmio de Comunicação Fundação José Luiz Setúbal.
- Reportagem finalista: Trabalho sobre o uso de telas por crianças e adolescentes está entre os cinco finalistas da categoria Estudantes, Texto.
- Formação de qualidade: Produção desenvolvida por quatro acadêmicos, sob orientação do professor Eduardo Prestes, reforça a integração entre teoria e prática.
- Histórico de conquistas: Ao longo de 19 anos, o curso acumula reconhecimentos em premiações estaduais e nacionais, além de ser o Jornalismo presencial mais bem avaliado pelo MEC no Sul de Santa Catarina.
Pelo segundo ano consecutivo, o curso de Jornalismo da UniSATC chega à final do Prêmio de Comunicação Fundação José Luiz Setúbal (FJLS), uma premiação nacional voltada à valorização de conteúdos relacionados à saúde e ao bem-estar de crianças e adolescentes. Neste ano, a reportagem “Quando a tela ocupa o lugar da infância” está entre as cinco finalistas da categoria Estudantes, Texto. A cerimônia de premiação será realizada em novembro, em São Paulo.
A reportagem foi desenvolvida pelos acadêmicos Maria Eduarda Alves Santana, Vitor Fernandes Ávila, Marcus Cardoso da Rolt e Davi Brabos, com orientação do professor e jornalista Eduardo Prestes. O trabalho aborda os impactos do uso de telas por crianças e adolescentes, discutindo uma realidade cada vez mais presente no cotidiano das famílias.
“Temos como foco nessa disciplina a produção de reportagens especiais, que abordem temas relevantes do nosso cotidiano. E ter, pela segunda vez, uma reportagem produzida pelos nossos acadêmicos como finalista de um prêmio nacional é motivo de muito orgulho, principalmente por tratar de um tema tão importante, que é o uso de telas por crianças e adolescentes”, destaca Prestes.
A classificação dá sequência ao resultado conquistado em 2025. Na edição anterior, os então acadêmicos Henrique Ferreira, Letícia Cardoso, Monique Amboni e Pedro Passos chegaram à final com a reportagem “Uma peça do quebra-cabeça que luta para encontrar o seu lugar”, sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O trabalho conquistou o primeiro lugar na categoria Texto Acadêmico.
Para a coordenadora do curso, Marli Vitali, estar novamente entre os finalistas reforça a proposta de uma formação que aproxima os acadêmicos da prática profissional. “Chegar pelo segundo ano consecutivo à final de uma premiação nacional mostra a qualidade do trabalho que nossos acadêmicos desenvolvem ainda durante a graduação. São produções que nascem em sala de aula, mas que dialogam com questões importantes da sociedade e alcançam reconhecimento para além da universidade. Isso também reforça a qualidade de um curso que hoje é o Jornalismo presencial mais bem avaliado pelo MEC no Sul de Santa Catarina”, ressalta Marli.
19 anos de Jornalismo e uma trajetória de reconhecimento
A nova indicação se soma a uma história construída ao longo de 19 anos pelo curso de Jornalismo da UniSATC, marcada pela formação de profissionais e pela participação dos acadêmicos em premiações estaduais e nacionais.
Entre os reconhecimentos está o Prêmio Acic de Jornalismo, no qual estudantes da UniSATC já ocuparam as três posições do pódio na categoria acadêmica em diversas edições. O curso também teve trabalhos entre os finalistas do Prêmio Fapesc de Jornalismo em Ciência, Tecnologia e Inovação, além de participação premiada no Prêmio Inovação Catarinense, promovido pela Fapesc.
A trajetória inclui ainda conquistas no Prêmio FIESC de Jornalismo, e no Prêmio Sebrae de Jornalismo, com estudantes e egressos reconhecidos por reportagens produzidas durante a graduação.


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